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Atenção à refrigeração em supermercados

O cuidado com a temperatura para manter a conservação dos alimentos é necessário em qualquer época do ano, porém, com a chegada do Verão, a atenção precisa ser ainda maior.

Entre os itens a serem observados pelo setor de supermercados está o cuidado com a escolha, instalação e manutenção dos fluidos refrigerantes. Boas práticas evitam o vazamento desses gases, prejuízos financeiros e efeitos nocivos ao meio ambiente. Quando há vazamento, os equipamentos consomem mais energia, o que passa a ser um problema para a natureza, mas também para a empresa, uma vez que aumenta o consumo de energia elétrica.

Historicamente, os sistemas de refrigeração dos supermercados sempre foram os grandes responsáveis pelo uso de substâncias que destroem a Camada de Ozônio, principalmente com o uso de clorofluorcarbonos - CFCs (usados pelo setor especialmente nos anos 70) e os hidroclorofluorcarbonos - HCFCs, conhecidos como R22 (usados mais recentemente). Estudos científicos mostram que o R22 colabora até 1.780 vezes mais para o aquecimento global que gases naturais.

“É importante que sejam verificados possíveis vazamentos nos equipamentos e jamais sejam feitas tentativas de economizar na quantidade recomendada de fluido. Essa prática pode diminuir a vida útil do equipamento, além de provocar superaquecimento”, explica o CEO da RLX, Ramon Lumertz.

Outra recomendação é fazer o uso adequado do tipo de fluido. A avaliação de um técnico vai mostrar, dependendo da demanda e capacidade dos equipamentos, qual a melhor escolha. Entre as opções, a empresa destaca o RLX 134 U.V.®, que combina o fluido refrigerante R-134a com um potente corante ultravioleta, que auxilia na rápida detecção de vazamentos sem danificar o sistema. Além disso, economiza tempo e aumenta a produtividade nos serviços de manutenção. É compatível com condicionadores de ar automotivo e equipamentos de refrigeração projetados para o R-134a, e pode ser misturado com o fluido presente no sistema.